quarta-feira, 9 de julho de 2008

Dos amantes mal amados, enlouquecidos e enfurecidos pela fisgada dessa dor que muito se diverte em meu coração, creio eu. Dito, vinde a mim o pressuposto de que/quem deveria ser para que tu se apossase de minha humilde pessoa, nada/ninguém me vem a mente, não vale a pena, pena que tua presença, tão sublime quando ausente e pretenciosa quando aqui, tem uma péssima mania de não conseguir me deixar esquecer-te, nem imagino porque tens esse maldito hábito, que me faz sentir uma amante mal amada, enfurecida e a beira da loucura. [...]

3 comentários:

Tiago Fontes disse...

Fala de amor com autoridade...Estranha (?) autoridade.

Aynore. disse...

Certa vez ouvi alguem dizer que o mal habito de não esquecer as pessoas é devido ao mal haito que elas deixaram em nossas bocas.

Arrocha Tchê!

Jonta disse...

é a projeção demasiada em fatos empíricos.