Dos amantes mal amados, enlouquecidos e enfurecidos pela fisgada dessa dor que muito se diverte em meu coração, creio eu. Dito, vinde a mim o pressuposto de que/quem deveria ser para que tu se apossase de minha humilde pessoa, nada/ninguém me vem a mente, não vale a pena, pena que tua presença, tão sublime quando ausente e pretenciosa quando aqui, tem uma péssima mania de não conseguir me deixar esquecer-te, nem imagino porque tens esse maldito hábito, que me faz sentir uma amante mal amada, enfurecida e a beira da loucura. [...]
3 comentários:
Fala de amor com autoridade...Estranha (?) autoridade.
Certa vez ouvi alguem dizer que o mal habito de não esquecer as pessoas é devido ao mal haito que elas deixaram em nossas bocas.
Arrocha Tchê!
é a projeção demasiada em fatos empíricos.
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